portager a publicação “Taping: estas tiras fluorescentes que intrigam… e apoiam os ciclistas”
Você provavelmente já deve ter notado essas tiras coloridas – às vezes fluorescentes – grudadas na pele dos atletas. Mas você já se perguntou para que servem? Ao contrário do que se possa acreditar, não existem para imobilizar uma articulação ou proteger uma lesão, como uma cinta clássica. A fita neuromuscular (ou kinesiotaping) atua de maneira bem diferente: acompanha e estimula o movimento em vez de bloqueá-lo. Seu objetivo? Orientar, apoiar e otimizar as habilidades naturais do corpo. Para os ciclistas, muitas vezes confrontados com dores musculares, sobrecarga ou desequilíbrios posturais, a fita adesiva é muito mais do que um dispositivo. É uma ferramenta valiosa, principalmente graças aos seus efeitos neurológicos. Explicações, com a opinião de quem usa no dia a dia…
Por Jeff Tatard – Fotos: ©depositphotos.com /X/Groque

Ao contrário da cinta rígida, A fita neuromuscular é uma fita elástica que atua diretamente nos receptores sensoriais da pele. Esses receptores enviam sinais ao cérebro para ajustar a resposta muscular e melhorar a propriocepção (a percepção da posição do corpo no espaço).
"Para mim, gravar é um pouco como um GPS para meus músculos”, explica José Lopez, corredor amador e entusiasta de longa distância. “Eu o uso especialmente depois de um grande passeio para aliviar a tensão no quadríceps ou na região lombar. Isso me ajuda a recuperar mais rápido e a evitar dores persistentes.. "
Resumindo, a fita não bloqueia, ela estimula. Atua no sistema nervoso para:
. Reduzir a dor : graças à teoria do portão (teoria de controle de portão), a fita reduz a transmissão de sinais dolorosos, promovendo informações sensoriais da pele. Resultado: melhor gestão do desconforto muscular ou articular.
. Diagramas corretos do motor : uma má postura ou um movimento repetitivo mal executado pode causar dor ou lesão. A gravação fornece feedback sensorial que ajuda a reaprender os movimentos corretos.

Leny Hitmi, jovem ciclista que aproveita o inverno para correr, acrescenta: “Quando faço sessões de corrida em colinas, uso fita adesiva para apoiar os joelhos. Não é mágica, mas me ajuda a sentir melhor meu apoio e a evitar o agravamento de certas tensões.. "
Uma ferramenta para aliviar e prevenir lesões
Ao andar de bicicleta, as áreas mais estressadas – joelhos, parte inferior das costas, ombros – são alvos de aplicação de fita adesiva. Aplicado corretamente, pode:
. Apoie um músculo cansado reduzindo o excesso de tensão ou estimulando um músculo subutilizado.
. Facilitar a recuperação após um longo passeio ou competição, melhorando a circulação sanguínea e linfática, o que ajuda a reduzir a inflamação ou inchaço.
. Ajuda com propriocepção : por exemplo, um joelho desalinhado ao pedalar pode ser corrigido graças ao retornos fita sensorial, limitando assim o risco de tendinite.
"Para mim, gravar se tornou um reflexo depois de longas saídas”, confidencia José Lopez. “Eu aplico nas panturrilhas para evitar cãibras e me permite voltar a trabalhar no dia seguinte.. "

Uma ferramenta dinâmica, não um simples curativo
Para os ciclistas que ainda pensam na gravação como uma espécie de “curativo melhorado”, é hora de revisitar o assunto. Taping é uma abordagem ativa e dinâmica que acompanha o movimento em vez de restringi-lo.
Leny Hitmi resume bem o interesse de gravar: “Não substitui um bom treino ou uma boa recuperação, mas funciona como um pequeno impulso. E às vezes, esse pequeno extra faz a diferença. "

Como integrar a gravação em sua prática?
Para aproveitar plenamente os benefícios da gravação, é imprescindível o acompanhamento de um profissional treinado nesta técnica. A eficácia da fita depende da sua aplicação, que deve ser adaptada às necessidades específicas de cada ciclista:
. Dor direcionada
. Desequilíbrios musculares
• Ou prevenção simples
A bandagem nunca substituirá um bom treinamento, equipamentos bem ajustados ou preparação física adequada. Mas pode se tornar um valioso aliado para os ciclistas que desejam pedalar mais longe, com mais força e, acima de tudo, com menos dor.
Então, da próxima vez que você vir aquelas faixas coloridas no joelho ou nas costas, lembre-se: elas não estão ali por acaso. Não é um simples acessório, mas sim uma verdadeira ferramenta que otimiza a interação entre a pele, os músculos e o cérebro. Eles estão lá para ajudá-lo a entender melhor seu corpo, refinar seus movimentos e melhorar seu desempenho. O objetivo? Pedale melhor, mas acima de tudo pedale mais tempo, com menos dor e mais prazer.
=> Todos os nossos artigos de Coaching

portager a publicação “Taping: estas tiras fluorescentes que intrigam… e apoiam os ciclistas”

